John Kay é professor no London School of Economics e colunista do ‘Financial Times’ e, a propósito da ajuda que o futebol pode dar às empresas, diz:
A razão pela qual as selecções da “final four” não foram as indicadas pelos especialistas assenta no facto de as suas previsões terem como ponto de partida a qualidade individual dos jogadores.
E John Kay acrescenta:
Há líderes que fazem a diferença, como é o caso de Brian Cough – bicampeão europeu pelo Nittingham Forest – que sempre conduziu as suas equipas mais além das expectativas.
Isso quer dizer que, no âmbito das apostas desportivas, há que ter em conta, não só o mérito das equipas e dos jogadores, considerados individualmente, mas também o mérito dos treinadores e por que não, também dos árbitros.
Este jogo de probabilidades está dependente de uma única incógnita chamada árbitro de futebol.
E todos nós sabemos o que um árbitro de futebol pode fazer por uma equipa.